30/05/2016

O ProgramaTV Fama da Rede TV também realizou sua homenagem
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

30/05/2016

 

Jerry Adriani relembra Cauby

 

 

 

 

 
 

 


— Ele foi um símbolo de tudo, artisticamente falando, como pessoa, espiritualmente. O Cauby ensinou para a gente como um artista tem que se comportar, até o final da vida dele.

Jerry não mediu elogios ao cantor, que nasceu em Niterói, Rio de Janeiro, em 10 de fevereiro de 1931.

— O talento dele era uma coisa absurda, realmente é muito difícil dimensionar em palavras o talento de Cauby Peixoto.

 

 

Jerry Adriani

 

 

 

 

 

30/05/2016

 

DIEGO VILELA VOLTA AOS PALCOS COM O MUSICAL “CAUBY, CAUBY!”

 

 

EXCLUSIVO! DIEGO VILELA VOLTA AOS PALCOS COM O MUSICAL “CAUBY, CAUBY!”, ESTREIA SÉRIE E DIZ: “NO BRASIL TEM ESSA COISA DE QUE IR AO TEATRO É UM ARTIFÍCIO INTELECTUAL”

Ator ainda aproveitou o papo para comentar nossa política brasileira. "A gente está vivendo um momento de desenvolvimento da democracia, mas primeiro a gente precisa ter cidadania".

04/05/2016 às 09:46 POR: Leonardo Rocha

Diogo Vilela está cheio de planos para comemorar seus 48 anos de carreira. O ator, que acabou de deixar para trás o sombrio e divertido Dr. Zoltan, de “Pé na Cova”, volta à telinha no segundo semestre de 2016 com a série “Nem Vem Que Não Tem”, comédia produzida em 14 episódios pelo canal FOX. Na produção, o ator interpreta  Maurício, um pai de família comum, que há anos leva uma vida pacata ao lado da esposa Hercília, interpretada por Françoise Forton, e que, de repente, vê sua rotina virada de cabeça para baixo quando seu filho Sérgio Henrique, vivido por Rodrigo Pandolfo, volta a morar com eles. A trama, que tem direção de André Pellenz, conhecido por dirigir o longa “Minha Mãe É Uma Peça” e o programa “220 Volts”, gira em torno de Sérgio, um ex-atleta olímpico que, aos 35 anos, segue desempregado e ainda foi traído e largado pela esposa. Que situação!

ndo fazer esse personagem. Valeu a pena aceitar o convite e trabalhar com esse elenco e com o André Pellenz, que é o cara!”, anima-se Diogo Vilela, que, além da série, passa a se dedicar ao teatro a partir de maio, quando volta aos palcos com o musical “Cauby, Cauby!”. “Eu decidi fazer de novo o Cauby (Peixoto) para comemorar meus 48 anos de carreira. Nessa temporada vão ter muitas novidades, porque, na verdade, vai ser uma remontagem” adiantou. “Eu acho que o ele é um dos personagens mais ricos da música brasileira, e que eu consegui entender muito bem. Eu estudo canto lírico desde 1995”, contou ele, que ainda adiantou detalhes sobre o processo de composição do personagem. “Eu estudei para esse musical durante três anos. Trabalhei tecnicamente tanto o canto, quanto o gestual dele, mas o trabalho da compreensão da pessoa Cauby Peixoto aconteceu como uma osmose. Um dia eu vi ele dando uma entrevista e achei que ele caberia muito bem no teatro. No teatro ele teria uma homenagem eterna. Ingenuidade minha, né?”, revelou aos risos.

 

 

O ator na pele do cantor Cauby Peixoto, no musical "Cauby, Cauby!" (Foto: Divulgação)

 

 

 

 

No ano em que completa 59 anos de idade, o ator aproveita para fazer um balanço dos seus anos de experiência bem vividos se dividindo entre vida pessoal, teatro e televisão. “A idade é uma coisa meio dúbia, porque você adquire o conhecimento da vivência, mas não perde as pessoas que você foi quando mais jovem. A cada década você muda, então você foi várias pessoas em várias décadas. Hoje vejo que muito do que eu fui quando jovem ainda existe, mas adormecido. Acho que ainda sou a pessoa que eu era. Aquele adolescente que eu fui, com toda ingenuidade que eu sentia naquela época, ainda existe aquilo. Não apagamos o passado dentro da gente, só modificamos de acordo com as dores que sentimos na vida”, ponderou o ator, que revela não medir esforços para manter a boa forma. “Se tem um coroa que faz ginástica, esse coroa sou eu”, garantiu.

Assim como muitos brasileiros, Diogo também acredita que o país vive um momento histórico e de grande transição no cenário político-social. “A gente está vivendo um momento de desenvolvimento da democracia, mas primeiro a gente precisa ter cidadania. A gente não tem uma cidadania legal e está procurando isso. A maneira que o brasileiro vê o político e a forma com que eles se colocam é muito estranha. Os políticos precisam criar um código para lidar com a sociedade e a sociedade entender o político. Eles não falam para a população individualmente. Eles querem falar para a família, sabe? É, de fato, uma coisa muito louca”, admitiu.

 

 

Diogo como Misterioso Dr. Zoltan, de "Pé na Cova" (Foto: Divulgação)

 

 

Com dezenas de peças em seu currículo, o ator não esconde sua paixão e vontade de estar no palco. Segundo ele, é fundamental para todo profissional da dramaturgia estar de frente para uma plateia. “No teatro, por mais que você não goste da peça, não há uma sensação de descarte daquela arte. Independente se o público gostou ou não ele aprendeu alguma coisa dali. Entre as artes que envolvem atuação, o teatro é o menos solitário”, disse. “Eu sou um apaixonado pelo teatro. Ele é sempre contemporâneo. Ele não evolui, na verdade, ele existe. Nós é que temos que entrar nele. É uma arte que, talvez, não seja para muitos, mas pra quem gosta, é incrível. No Brasil tem essa coisa de que ir ao teatro é um artifício intelectual, e não é bem assim, né?!”, destacou ele, que, como não podia ser diferente lembrou sua recente parceria com a atriz Marilia Pêra, em “Pé na Cova”, da Globo. “Foi uma honra ter convivido, ter conhecido o trabalho dela e a maneira que ela se dedicou a isso”, finalizou.

 

 
 

www.heloisatolipan.com.br

 

 

 

 

 

30/05/2016

 

Ritmo Brasil presta homenagem a Cauby Peixoto

 

 

 

 

 

 

 

 

29 de Maio de 2016

Agnaldo Rayol fala de seu amigo Cauby

 

 

 

 

 

 

29 de Maio de 2016
 

Roberto Carlos :

"Sempre disse que o Cauby é o melhor cantor do Brasil."

 

Veja a matéria completa em:

RJTV 2ª Edição - Roberto Carlos diz -Cauby é o melhor cantor do Brasil.- - Globo Play

 

 

 

29/05/2016

 

Em seu FaceBook, Angela Maria deixou essa delicada homenagem
a seu grande amigo Cauby:

 

 

 

 

 

 

28/05/2016

Caetano Veloso homenageia Cauby

 

 

 

Caetano Veloso usou o Instagram, nesta segunda-feira, 16, para fazer uma homenagem a Cauby Peixoto. 

"O Cauby é uma das mais lindas vozes que o Brasil já ouviu. Ele tem uma musicalidade natural, espontânea, e uma personalidade que o torna uma das pessoas mais queridas da MPB", dizia o post de Caetano, junto com uma foto de 1995, quando ele gravou com o amigo uma faixa do álbum "Cauby canta Sinatra". A dupla fez um dueto na
 música "Cheek to Cheek".

 

 

 

27/05/2016

 

Revista Época publica artigo escrito por
Diogo Vilela

 

 

Cauby Peixoto (1931-2016), o maior ator dramático da música brasileira

Cauby Peixoto cantava com a mesma temperatura emocional das divas do teatro, como Fernanda Montenegro ou Nathalia Timberg

DIOGO VILELA*

 

O teatro traz uma estranha eternidade aos atores e suas personagens. Por estar na profissão desde muito jovem, pude perceber isso ao ver Marília Pêra em Apareceu a Margarida e, mais tarde, Bibi Ferreira em Gota d’água. Quando Bibi cantava as músicas de Chico Buarque, eu agradecia a Deus por testemunhar aquele momento de harmonia incandescente. Era eletrizante ver aquela mulher fazendo Medeia de um jeito tão brasileiro e tão universal! Eu ficava mudo. Cresci em minha profissão, muito inspirado em Marília, Fernanda Montenegro, Nathalia Timberg e Henriette Morineau. Eu me identificava com aquelas deusas do teatro. Entendi que personagens são como espíritos, não têm sexo e usam  a verve do ator para subir aos palcos. Nunca esqueci o brilho de Glauce Rocha e de Cleide Yáconis. Cleide era única. Dominava as palavras com um requinte e uma impostação que dava gabarito ao nosso teatro. Quando acabava o espetáculo, saía modesta, cigarro na boca, para jantar comigo dirigindo seu Fusca pela Avenida Paulista. Ela substituiu Madame Morineau quando esta, de uma maneira delicada, teve um infarto do miocárdio ao fazer uma cena comigo. Ela não queria parar o espetáculo. Segurando com força a minha mão, exigia que eu a deixasse terminar em paz o segundo ato para que aí sim fosse socorrida.

 

 

 

Cauby Peixoto em 2015 durante temporada no bar Brahma,em São Paulo (Foto: Alex Silva/Estadão Conteúdo)

 

Muitos anos mais tarde, num momento de reflexão e solidão, eu assisti a uma entrevista de Cauby Peixoto. Ele, com seu vozeirão, falava de si mesmo de forma lacônica e macia, mas com uma dramaticidade velada. Quando a câmera fechou em seu rosto, pensei: aí está um personagem vivo de nossa história, com uma voz que transmite a mesma temperatura emocional das divas do teatro. Eu me vi no palco como aquele personagem dificílimo, que não falava muito, mas que, ao cantar, transmitia a mesma dramaticidade dos grandes atores do meu passado. Fiquei nervoso. Estaria sendo muito ousado? Nos dias seguintes, comprei todos os hits de Cauby. Um a um! Devorava as músicas e decorava as suas letras cantando em cima de sua voz durante meses... Meu professor Victor Prochet foi o primeiro a me garantir que eu poderia fazer a personagem Cauby. Disse que eu precisaria apenas trabalhar a técnica. Entramos então no universo de vocalises dificílimos. Corria perigo ao construir uma personagem que ainda vivia e todos amavam. Cauby tinha uma voz única, que jamais poderia ser igualada ou imitada, mas sim recriada. Foram três anos de aprendizado, cantando em cima de sua voz nos CDs, tentando alcançar seus glissandos e seus agudos, tentando perder o medo. Qualquer um que me visitasse passava por um ritual: eu punha a pessoa sentada em uma cadeira confortável, de costas para mim. Colocava o CD de Cauby e soltava minha voz, entoando “Conceição eu me lembro muito bem...”. Ao terminar, pedia o veredicto do convidado. Um dia, minha cunhada interrompeu uma demonstração de “Bastidores”, de Chico Buarque, e me disse: “Está muito parecido, faz essa peça!”. Daí em diante, pude contar com a lucidez de Flávio Marinho, a quem devo muito por ter investido em minhas ideias e por ter escrito o musical Cauby! Cauby!.

 

Durante um ano, eu e meus colegas de elenco fomos felizes. Aos poucos, tudo o que Bibi Ferreira me ensinara em Gota d’água, em termos de técnica e música, foi transposto para o palco. O resultado foi uma temporada vitoriosa. Na estreia paulista, Cauby foi aplaudido de pé por uma plateia lotada. Ao fim do espetáculo, ele se aproximou, emocionado, me abraçou e disse baixinho no meu ouvido: “Obrigado”. Como se precisasse!

 

Cauby se foi. Lamento muito não ter sua voz na nova montagem que comemoraria dez anos de Cauby! Cauby! Seria hilário. Na primeira cena, eu estaria dormindo e o telefone tocaria. A voz de Cauby me convidaria a voltar com o espetáculo: “Vai, Diogo, faz novamente que eu vou adorar! E me faz um favor? Começa com ‘Conceição’?”.  Tudo se transformaria em cena e, logo após uma cortina dourada se baixar, uma voz diria: “Senhoras e senhores, com vocês, Cauby Peixoto!”. Eu viria em silêncio, vestido de Cauby, mas ainda como Diogo, e me transformaria no maior cantor do Brasil de todos os tempos cantando “Conceição”. Ao receber essa homenagem, Cauby talvez sorrisse. Tenho certeza de que ele ficará feliz em ser eternizado dessa forma. Mas, desta vez, do céu!

*Diogo Vilela é ator e protagonizou Cauby! Cauby! em 2006

 

 

 

 

 

22 de maio de 2016

 

 

A ultima apresentação no programa Altas Horas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

15 de maio de 2016

Com muita dor e pesar informamos aos amigos e fãs que nosso ídolo Cauby Peixoto acaba de falecer as 23:50 do dia 15 de maio . Foi em paz e nos deixa com eterna saudades. Pra sempre Cauby!

 
 

 

A ideia por detrás do site "Cauby Peixoto Para Sempre" foi a de divulgar a vida e obra desse extraordinario artista. A triste noticia de seu falecimento, que recebemos há pouco, nos machuca profundamente. Não esperávamos por isso. No entanto, o nosso website  continuará o seu trabalho de divulgar e preservar seu grande legado artistico. Nós não pararemos de atualizar esse trabalho; o sonho continua! Tudo faremos para melhorarmos nosso trabalho e que o mesmo possa divulgar mais ainda o legado maravilhoso desse que foi um dos maiores artistas, não apenas do Brasil, mas do mundo inteiro. Nesse triste momento, revivendo todos os momentos maravilhosos que sua música deixou em nossas almas, a única frase que me vem a mente é essa :

"Obrigado, Cauby!"

 

 

Continuaremos com nosso trabalho com amor e profunda saudade.

 

Ricardo Marques
webmaster

 

[email protected]

 

 

  "Seu nome brilhará eternamente!"

Ivo Meirelles

 

 

 

 

 

16/05/2016

 

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A morte de Cauby Peixoto no final da noite de domingo, 15, foi lamentada por famosos nas redes sociais. O cantor tinha 85 anos e estava internado no hospital Sancta Maggiore, no Itaim Bibi, em São Paulo. Ainda não se sabe a causa da morte.

Veja o que alguns famosos escreveram:

Patrícia Pillar: "Os brilhos, os blazers, o cavalheirismo, o rosto desenhado, a doçura, o camarim, o gin, a Conceição, A VOZ! Que inspiração arrebatadora, que artista! Cauby, obrigado por ter sido tanto nas minhas escolhas. Vou te ver e ouvir pra sempre, cada vez mais! Que noite triste"

Daniela Mercury - "Um beijo carinhoso e minha última homenagem ao querido Cauby Peixoto, que com sua voz inconfundível, linda, grave, doce e poderosa enfeitou nossa vida por tantas décadas. Se vai um querido amigo e vitorioso artista e galã de multidões. #caubypeixoto #saudade"

Maria Rita -  Arrasada com essa notícia… não ta facil não hein…

Junno Andrade - "Meu querido amigo e Professor.... Que Deus te receba com os braços abertos!!! Hoje a musica está em luto, mas o céu sorrirá com sua chegada!!! A voz mais linda e potente deste país! Paz".

Paula Lavigne - "Um triste boa noite!

Sônia Abrão - "Lá se vai um rei da nossa música, Cauby Peixoto. Eternamente fã!!! Ele estava internado no Hospital Santa Maggiore, aqui em São Paulo, onde morreu do coração - já muito fraco - cercado de amigos, que garantem que Cauby se foi em paz!"

Rafael Vanucci -  "Este artista me proporcionou um dos momentos mais incrível que vi de um artista em cima do palco ! Fui convidado para assistir um show dele uma certa vez em sp , como sempre achei um grande artista nao perdi a oportunidade , uma casa pequena pra 400 pessoas todos sentados , quando foi começar o show colocaram uma cadeira no palco acendeu as luzes e entrou ele sendo carregado por dois enfermeiros no braços que colocaram ele na cadeira , ele aparentava estar muito fraco e com problemas de saúde porem sem dizer uma palavra começou a cantar e levou o povo ao delírio , confesso que as primeiras musicas transparecia a sua fraqueza porem com o passar do tempo o incrível foi que a energia do artista e do povo foi tão grande que ele foi ficando forte e o show foi crescendo e por incrível que pareça na ultima musica do show ele se levantou sozinho e cantou a musica em pé para o delírio do publico e surpresa dos enfermeiros que entraram no palco tentando segura lo mais este grande artista não aceitou os cuidados dele , por isso sempre digo que o palco é sagrado !! Descanse em paz gênio Cauby Peixoto".

Ivo Meirelles - "Seu nome brilhará eternamente!".

 

 

 

 

 

 

20/11/2015

 

Cauby lança novo CD  !

 

 

Pouca gente sabe, mas embora seja sempre associado à Era do Rádio, da qual foi um dos grandes ícones, CAUBY PEIXOTO aderiu à bossa nova desde antes dela ser inventada com este nome, gravando “Foi a noite”, de Tom Jobim e Newton Mendonça, nos idos de 1956, considerada um dos marcos zero do movimento. Mais tarde, foi trazendo para seu repertório as grandes canções do gênero quando ainda estavam saindo da casca, como “Chora tua tristeza”, de Oscar Castro Neves e Luvercy Fiorini, em 1960; “O nosso olhar”, de Sérgio Ricardo, em 61, e “Samba do avião”, de Tom Jobim, em 62. Esta última, lançada por ele em primeira mão, é agora em 2015 um dos destaques do CD A BOSSA DE CAUBY PEIXOTO, que a Biscoito Fino lança, com produção do guerreiro Thiago Marques Luiz, produtor do cantor desde 2007, já somando oito trabalhos a seu lado desde então.

 

 

 
01. DINDI

Autoria: Tom Jobim / Aloysio de oliveira
Editora: Jobim Music

02. ESTE SEU OLHAR

Autoria: Tom Jobim
Editora: Fermata

03. ATÉ QUEM SABE

Autoria: João Donato / Lysias Enio
Editora: Warner

04. O AMOR EM PAZ

Autoria: Tom Jobim / Vinicius de Moraes
Editora: Jobim Music / Tonga (Universal MGB)

05. PRECISO APRENDER A SER SÓ

Autoria: Marcos valle / Paulo Sérgio Vale
Editora: Tapajos (Sony/Atv)

06. ILUSÃO À TOA

Autoria: Johnny Alf
Editora: Vitale

07. WAVE

Autoria: Tom Jobim
Editora: Jobim Music

08. RAZÃO DE VIVER

Autoria: Eumir Deodato / Paulo Sergio Valle
Editora: Tapajos (Sony/Atv) / "M" AO CUBO

 

09. SAMBA DO AVIÃO
Autoria: Tom Jobim
Editora: Jobim Music
 
10. EU E A BRISA
Autoria: Johnny Alf
Editora: Vitale

 

 

 

 

 

 

 

 

14/04/2015

 

Cauby Peixoto lança disco em homenagem a Nat King Cole

Cantor de 84 anos lançou mais de 10 discos nos últimos anos e agora homenageia um de seus maiores ídolos

 

por Gabriel de Sá
fonte : Correio Braziliense 

 

"Eu encontrei Nat King Cole e ele ficou meu fã. Eu já era um grande fã dele e gravei diversas músicas do repertório do Nat ao longo da carreira. Nossas vozes são parecidas" Cauby Peixoto, cantor Nat King Cole ficou curioso para conhecer o tal cantor brasileiro que estava fazendo sucesso com uma versão em português de uma das canções de seu repertório. Blue Gardenia foi o primeiro hit do jovem fluminense Cauby Peixoto, em 1954. De passagem pelos Estados Unidos, Cauby acabou se encontrando com o ídolo em uma boate em Nova York, onde não apenas conheceu King Cole, mas dividiu o palco com ele. As lembranças ficaram na memória do brasileiro e em uma fotografia, guardada com carinho ao longo das décadas.

Disse Cauby ao Correio, por telefone. A imagem daquela noite vem a público agora na capa do disco em que Cauby canta apenas sucessos de Nat King Cole. O sonho era antigo, mas foi adiado diversas vezes. Cauby sings Nat King Cole está disponível no iTunes e chega às lojas nos próximos dias. “A emoção é muito grande, por que, sem querer, eu cantei como ele. Acho que vai vender muito bem”, orgulha-se o intérprete.

“No fim do ano passado, a gente gravou em apenas dois dias as músicas pelas quais ele era mais apaixonado”, conta o produtor Thiago Marques Luiz, que trabalha em álbuns do artista pela oitava vez. No repertório, oito canções em inglês, entre elas Unforgettable, Mona Lisa e Nature boy. Cauby regravou Blue Gardenia, mas desta vez com a letra original. Ele deu vida ainda a Smile, de Charlie Chaplin, mas resolveu registrá-la na versão em português, reescrita por João de Barro, que virou Sorri.

Aos 84 anos, Cauby Peixoto mantém uma longevidade quase inédita na indústria fonográfica brasileira. “Lá fora, isso ocorre com nomes como Tony Bennett e Charles Aznavour, e aconteceu também com Frank Sinatra”, lembra o jornalista Rodrigo Faour, autor da biografia Bastidores – Cauby Peixoto, 50 anos da voz e do mito, lançada em 2001. Segundo ele, foram mais de 10 discos nos últimos anos, um feito inédito no país para um artista dessa idade. “Mesmo os que morreram mais velhos, como Silvio Caldas e Moreira da Silva, não tiveram uma produção desse porte.” 

Repertório

- Unforgettable
- When I fall in love
- Mona Lisa
- Too young
- An affair to remember
- Blue Gardenia 
- Love letters
- Nature boy
- Sorri
- Noche de ronda

 

 

 

 

 

 

 

01/02/2013

Cauby Peixoto em tempo de serestas
Cantor lança elegante CD gravado ao vivo em São Paulo

Em maio de 2012 Cauby Peixoto subiu ao palco do Teatro Fecap, em São Paulo, para apresentar o show Minha serenata. O espetáculo foi gravado, e ganha registro ao vivo em CD lançado em dezembro pela Lua Music.

Minha serenata é tão simples quanto elegante. A voz incrivelmente em forma e o carisma do cantor encontram delicados arranjos para clássicas serestas em um delicioso recital popular. Cauby é acompanhado por um quarteto formado por Ronado Rayol (violões, arranjos e direção musical), Iuri Salvagnini (piano e acordeon), Júnior Pita (violão de sete cordas) e Ubaldo Versoalto (flauta e clarinete). A ótima banda prepara a cena para a voz brilhar.

O repertório foi escolhido pelo próprio Cauby em dobradinha com o produtor Thiago Marques Luiz, parceria que vem dando bons frutos desde 2009. Nesse show passa por clássicos do gênero como Lábios que beijei (Leonel Azevedo - J.Cascata), As três lágrimas (Ary Barroso) e Chão de estrelas (Silvio Caldas - Orestes Barbosa). Em Por quem sonha Ana Maria (Juca Chaves) tem a participação de Gustavo Benedetti (flauta).

Cauby começa com Eterno rouxinol, parceria de Sueli Costa e Abel Silva escrita especialmente para o álbum Cauby! (1986). Também já gravada anteriormente por ele aparece A flor e o cais, de Wagner Tiso e Geraldo Carneiro. A surpresa fica por conta da inclusão de De volta pro aconchego, de Dominguinhos e Nando Cordel, que fez grande sucesso com Elba Ramalho.

Aos 81 anos Cauby mantém a nobreza de grande cantor, dando uma aula de interpretação. A elegância desse projeto faz justiça a uma carreira que atravessa seis décadas.

 

por Beto Feitosa
www2.uol.com.br/ziriguidum/

 


 

 

4/12/2012

Ângela e Cauby vão gravar terceiro disco juntos após o Carnaval de 2013 

 

 

Ângela e Cauby vão gravar terceiro disco juntos após o Carnaval de 2013 

Ângela Maria e Cauby Peixoto - em foto de Jardiel Carvalho - se preparam para gravar seu terceiro álbum em dupla após o Carnaval de 2013. O sucessor de Ângela & Cauby (EMI-Odeon, 1982) e Ângela & Cauby ao Vivo (BMG-Ariola, 1992) vai ser produzido por Thiago Marques Luiz e tem lançamento previsto para maio de 2013. Antes da gravação do disco, a ser editado pela Lua Music, Cauby lança em dezembro deste ano de 2012 o CD Minha Serenata, gravado ao vivo em maio em show no Teatro Fecap, em São Paulo (SP). Já Ângela lança em janeiro de 2013 o DVD documental Estrela da Canção Popular, sobre sua carreira, iniciada nos anos 40.

fonte : http://blognotasmusicais.blogspot.com.br/

 

 

20/08/2012

Cauby ao vivo : 60 anos de música
DVD 

 

 

O Brasil parece estar finalmente aprendendo a dar o devido respeito a seus ídolos. Cauby Peixoto, por exemplo, acaba de lançar  o DVD Cauby ao vivo – 60 anos de música, com o qual comemora data redonda da carreira. Se o cantor em si já é uma estrela de primeira grandeza, ainda que esteja cantando sentado, diante do avanço da idade – ele já tem 81 anos –, imagina em show de elenco de convidados também estelares.


A começar pela inseparável Angela Maria, a Sapoti, que canta contidamente com Cauby, nos extras, Gente humilde, de Garoto, Vinicius de Moraes e Chico Buarque. Em estilo oposto, também nos extras, uma exuberante Fafá de Belém, de vermelho, divide com o cantor a apropriada Bastidores, também de Chico. A participação feminina no show ainda conta com a bem-vinda Vânia Bastos, cuja impressionante afinação cai bem em Falando de amor, de Tom Jobim. 


 Por ordem de entrada em cena, o fã irá se deparar com Emílio Santiago em Meu sonho é você, do flautista Altamiro Carrilho; Agnaldo Rayol em Serenata do adeus, de Vinicius de Moraes; e Agnaldo Timóteo em A pérola e o rubi, versão de Haroldo Barbosa para o original de Jay Livingston e R. Evans; e Tarde fria, de Poly e Henrique Lobo.


“É emocionante ter crescido ouvindo Cauby e hoje estar aqui dividindo o palco com ele”, reconhece Emílio Santiago no making of, salientando o fato de o cantor ter sido o que mais teve coragem para inovar “abrindo o vocal e mandando ver”. “Quem é o grande cantor brasileiro?”, pergunta-se Vânia Bastos para responder a seguir: “É ele”. A cantora paulista, natural de Ourinhos, lembra que o viu pela primeira vez em um circo, quando ela tinha 5 anos.


Produzido por Thiago Marques Luiz, com direção musical de Ronaldo Rayol, que também assina arranjos e toca violão, o show de Cauby prova que, independentemente da presença de tantos ilustres convidados, ele continua brilhando. “Cauby nasceu para cantar. Parece que recebe uma luz quando canta”, espanta-se um dos músicos que o acompanha no DVD, gravado ao vivo no Teatro Fecap, de São Paulo. 


Agnaldo Timóteo revela que canta Cauby desde 1955, ainda em Belo Horizonte, nos famosos programas de Aldair Pinto, nas rádios Inconfidência, Mineira e Guarani. “E eu o persigo exatamente esse tempo todo”, diz o cantor mineiro. Já Agnaldo Rayol não esconde que comprava os discos de Cauby, “levava para casa, botava na vitrola e cantava com ele”.


Eternizado pela interpretação de Conceição, de Dunga e Jair Amorim, no DVD Cauby Peixoto se dá ao luxo de dividi-la com os dois Agnaldos, além de Emílio Santiago, ao fim do show. Antes, porém, recebe Timóteo e Rayol em Sangrando, de Gonzaguinha. Com a ajuda de Agnaldo Rayol, Cauby se levanta elegantemente do sofá para abrir ainda mais a voz ao lado dos amigos, à la três tenores. 


Cenário e figurino à altura das comemorações, Cauby ao vivo – 60 anos de música já nasce um clássico daqueles para ser apresentado às novas e futuras gerações. Cauby Peixoto, sem dúvida, cravou um estilo de canto já extinto na música popular brasileira. “Cauby parece ser sempre um começo. Ele parece jovem para sempre”, conclui, pensativo, Agnaldo Rayol. Puro êxtase. 

Ailton Magioli - EM Cultura- uai.com.br

 

 

 

 

18/01/2012

Cauby ecebendo a medalha de Cavaleiro da Ordem do Ipiranga.

 

 

Em noite de homenagens, governador de São Paulo e secretário de Relações Institucionais reconhecem o mérito de nove personalidades.

Na noite desta segunda-feira (22), o governador José Serra e o secretário de Relações Institucionais José Henrique Reis Lobo fizeram a entrega da Ordem do Ipiranga, a mais elevada honraria do Estado de São Paulo, e tem por objetivo distinguir os cidadãos brasileiros e estrangeiros por seus méritos e serviços de relevância prestados ao Estado de São Paulo e ao seu povo. A cantora Inezita Barroso e o maestro Isaac Karabitchevsky receberam o título de Grande Oficial; a atriz Beatriz Segall, o Grau Comendador; o artista plástico Emanoel Araújo, o de Oficial; e o cineasta Anselmo Duarte, a atriz Fernanda Montenegro, a escritora Lygia Fagundes Telles, o cantor Cauby Peixoto e o escultor, pintor e fotógrafo Franz Krajcberg receberam o título Cavaleiro.

A homenagem foi feita a pedido do governador José Serra, "São pessoas que deram uma contribuição muito significativa para a vida brasileira, para o lazer, para o desenvolvimento intelectual e também pela sua simplicidade e seu compromisso com as raízes de nosso país", disse o governador durante o evento. O secretário José Henrique Reis Lobo, abriu os discursos expressando agradecimento e emoção pela honra que o governador lhe destinou, tanto de poder "saudar os homenageados", quanto de fazer parte de um governo que reconhece os valores culturais do país.

A Ordem do Ipiranga é uma forma de premiar as pessoas que de alguma forma se sobressaiam em seus campos de atuação, explica o presidente do Conselho Estadual de Honraria e Mérito, Adilson Cezar. "A Ordem do Ipiranga é destinada a alguém que tenha um destaque específico numa área e que, evidentemente

 

 

 

20/12/2011

 

 

A Associação Paulista de Críticos de Arte anunciou na noite de ontem os vencedores de sua votação de melhores do ano. São premiadas as categorias Arquitetura, Artes Visuais, Cinema, Dança, Literatura, Música Popular, Música Erudita, Rádio, Teatro, Teatro Infantil e Televisão.

Entre os destaques da premiação, "Bróder", de Jefferson De, foi escolhido melhor filme do ano e Selton Mello venceu como melhor diretor por "O Palhaço".

Na categoria música popular, Cauby Peixoto ganhou o prêmio da crítica pelo conjunto da obra, Erasmo Carlos saiu como melhor compositor e o rapper Criolo venceu como revelação do ano.

 

 

 

 

 

 

 

14/11/2011

 

Aos 80 anos de vida, Cauby Peixoto comemora 60 anos de carreira lançando novo DVD e um Box, intitulado "Cauby, o Mito" com 3 CD's, sendo: CD 1, "Caubeatles" Cauby escolhe o lado romântico dos Beatles e interpreta canções como: Hey Jude, Help, Let It Be e And I Love Her. CD 2, "A Voz do Violão", um encontro da voz do professor com o violonista Ronaldo Rayol, no repertório as canções: As Vitrines, Guerreiro Menino e Eu Sonhei que Tu Estavas Tão Linda. CD 3, "Cauby ao Vivo com seus Amigos", um registro do show captado nos dias 9 e 10 de abril/2011 no Teatro Fecap (SP), registro que também será lançado em DVD com convidados como Ângela Maria, Fafá de Belém, Agnaldo Rayol, Emílio Santiago, Agnaldo Timoteo e Vânia Bastos.

 

CD1

 

CD2



CD3

 

 

 

 

 

 

 

09/10/2011

 

 

 

08/10/2011

 



Noite animada no Águia de Ouro

 

Cauby Peixoto e Angela Maria recebem homenagem do Águia de Ouro
clique aqui e veja as fotos

 

 

 

22/09/2011

 
The Latin Recording Academy vai prestar uma justa homenagem ao cantor Cauby Peixoto durante a Expo Show Business 2011. Neste ano, o intérprete de clássicos como ConceiçãoBastidores e tantos outros sucessos, está completando 80 anos de vida e 60 anos de carreira.

A cerimônia será realizada no dia 27, às 21 horas, no Teatro Paulo Goulart - Espaços Banespa.

Na ocasião, o presidente do Conselho Curador da Academia, o maestro espanhol Luis Cobos, entregará ao artista o prêmio Latin Recording Academy's President Merit Award para celebrar sua brilhante trajetória artistica.
 
O evento terá como mestre de cerimônias a cantora Elba Ramalho,
duas vezes ganhadora do Latin GRAMMY.

Teatro Paulo Goulart - Espaços Banespa
Avenida Santo Amaro, 5535 – Entrada Principal
Rua São Sebastião, 276 – Estacionamento
Brooklin – São Paulo
 

 

 

 

01/04/2011

 

 

20/02/2011

 

 

05/02/2011

 

 

 

 

09/01/2011

 

 

 

15/11/2010

 

 

 

03/11/2010

 

 

14/08/2010

 

Cauby Peixoto leva prêmio por álbum com canções de Roberto e Erasmo

ícone da MPB recebeu o troféu de melhor cantor na noite desta quarta-feira, 11, durante uma premiação de música no Rio.

 

 

Premiado na noite desta quarta-feira, 11, como o melhor cantor, Cauby Peixoto, um dos nomes de destaque que marcaram presença na 21ª edição do Prêmio de Música Brasileira, no Rio, falou sobre a emoção de ainda ser reconhecido após seis décadas de muito trabalho.

“Tenho 60 anos de carreira e esse premio é de muita importância. Agradeço ao povo brasileiro que sempre comprou meus discos.”

 

 

 

 

Cauby Peixoto concorre a prêmio de música e ensina: ‘É bom continuar’

Em entrevista ao EGO, cantor diz que sente saudades das loucuras das fãs: ‘Hoje elas cresceram’.

 
Deco         
Rodrigues /EGO

Cauby Peixoto

Comemorando 62 anos de carreira, Cauby Peixoto resiste firme e forte com seus shows semanais no Bar Brahma, em São Paulo. Todas as segundas, ele sai de seu camarim improvisado em um anexo do bar, e caminha cantando em direção ao palco.

 

Mesmo amparado por seguranças e com plateia lotada, aos gritos, Cauby sente saudades das loucuras das fãs de antigamente. “Minhas fãs viviam atrás de mim. E hoje elas cresceram, casaram, viraram noivas e tal...”, diz o cantor, olhar fixo no passado.

No próximo dia 11 de agosto, Cauby concorre ao prêmio de melhor cantor na categoria Canção Popular, no Prêmio de Música Brasileira 2010 (pelo show “Cauby interpreta Roberto”, realizado em maio deste ano), e diz que a música ainda o emociona. “Não é bom parar. É bom continuar”.



Após tantos anos de carreira, ainda se emociona cantando?
Ainda me emociono. A música pra mim não é só a letra. É a melodia, a harmonia, o ritmo, que me emocionam, mexem comigo.

E qual a música que mais mexe com o senhor?

(cantando) “Conceição, eu me lembro muito bem...”

O que falta nos intérpretes de hoje?

Falta emoção, dramaticidade e interpretação. Cantor que não interpreta é um cantor frio.

Os cantores de hoje são frios?

A grande maioria. São comerciais, não cantam com o coração. Porque tem pessoas que não têm sentido musical, não conhecem música como nós. Tem pessoas assim, quadradas

 

Deco         
Rodrigues /EGO

 

"Brasileiros são muito saudosos..."

 

 

O senhor tem alguma nostalgia em relação ao passado?
Tenho muita, demais. Muita saudade. Nós, brasileiros, somos muito saudosos. Nunca esquecemos o que aconteceu lá no início da carreira, estamos sempre lembrando.

Do que mais sente falta?

Eu sinto falta das fãs. Das MINHAS fãs, veja bem. Porque as minhas fãs viviam atrás de mim. E hoje elas cresceram, casaram, viraram noivas e tal...

 

Mas estão aí, prestigiando o senhor, não é? A casa vive cheia, o senhor precisa de três seguranças para passar. 

 

Deco         
Rodrigues /EGO

Público ainda lota o show toda semana

Estão, é? É... É muito bom.

Existe ainda alguém com quem o senhor queira cantar?
Não. Já cantei com os melhores.

Pensa em algum artista que seria seu sucessor?

Eu tenho uma sobrinha, Adriana, filha do meu irmão pistonista, Araquém. Ela canta muito bem. Seria uma sucessora.

Tem alguma coisa ainda que o senhor deseja fazer na sua carreira?
Eu estou muito bem, minha voz está boa. Então eu gostaria de gravar músicas como eu fazia na grande época, quando tinha 40 anos carreira. Eu não faço músicas. Mas não aparece mais aquele compositor do nível do Chico Buarque. O meu maior sucesso foi do Chico, ‘Bastidores’. Não é bom parar. É bom continua

 

 

 

 

               Veja também :

 

17/06/2010 - Cauby mostra majestade em "Cauby in Concert"    



 
15/06/2010 - Veja as fotos do Show "Cauby in Concert".  
3/5/2010 - Cauby Peixoto cantou os grandes sucessos de Frank Sinatra no Teatro Fecap nos dias 1 e 2 de maio , na Liberdade, em São Paulo. O show dará origem a CD e DVD.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

29 de Maio de 2016
 

Roberto Carlos :

"Sempre disse que o Cauby é o melhor cantor do Brasil."

 

Veja a matéria completa em:

RJTV 2ª Edição - Roberto Carlos diz -Cauby é o melhor cantor do Brasil.- - Globo Play

 

 

 

29/05/2016

 

Em seu FaceBook, Angela Maria deixou essa delicada homenagem
a seu grande amigo Cauby:

 

 

 

 

 

 

28/05/2016

Caetano Veloso homenageia Cauby

 

 

 

Caetano Veloso usou o Instagram, nesta segunda-feira, 16, para fazer uma homenagem a Cauby Peixoto. 

"O Cauby é uma das mais lindas vozes que o Brasil já ouviu. Ele tem uma musicalidade natural, espontânea, e uma personalidade que o torna uma das pessoas mais queridas da MPB", dizia o post de Caetano, junto com uma foto de 1995, quando ele gravou com o amigo uma faixa do álbum "Cauby canta Sinatra". A dupla fez um dueto na
 música "Cheek to Cheek".

 

 

 

27/05/2016

 

Revista Época publica artigo escrito por
Diogo Vilela

 

 

Cauby Peixoto (1931-2016), o maior ator dramático da música brasileira

Cauby Peixoto cantava com a mesma temperatura emocional das divas do teatro, como Fernanda Montenegro ou Nathalia Timberg

DIOGO VILELA*

 

O teatro traz uma estranha eternidade aos atores e suas personagens. Por estar na profissão desde muito jovem, pude perceber isso ao ver Marília Pêra em Apareceu a Margarida e, mais tarde, Bibi Ferreira em Gota d’água. Quando Bibi cantava as músicas de Chico Buarque, eu agradecia a Deus por testemunhar aquele momento de harmonia incandescente. Era eletrizante ver aquela mulher fazendo Medeia de um jeito tão brasileiro e tão universal! Eu ficava mudo. Cresci em minha profissão, muito inspirado em Marília, Fernanda Montenegro, Nathalia Timberg e Henriette Morineau. Eu me identificava com aquelas deusas do teatro. Entendi que personagens são como espíritos, não têm sexo e usam  a verve do ator para subir aos palcos. Nunca esqueci o brilho de Glauce Rocha e de Cleide Yáconis. Cleide era única. Dominava as palavras com um requinte e uma impostação que dava gabarito ao nosso teatro. Quando acabava o espetáculo, saía modesta, cigarro na boca, para jantar comigo dirigindo seu Fusca pela Avenida Paulista. Ela substituiu Madame Morineau quando esta, de uma maneira delicada, teve um infarto do miocárdio ao fazer uma cena comigo. Ela não queria parar o espetáculo. Segurando com força a minha mão, exigia que eu a deixasse terminar em paz o segundo ato para que aí sim fosse socorrida.

 

 

 

Cauby Peixoto em 2015 durante temporada no bar Brahma,em São Paulo (Foto: Alex Silva/Estadão Conteúdo)

 

Muitos anos mais tarde, num momento de reflexão e solidão, eu assisti a uma entrevista de Cauby Peixoto. Ele, com seu vozeirão, falava de si mesmo de forma lacônica e macia, mas com uma dramaticidade velada. Quando a câmera fechou em seu rosto, pensei: aí está um personagem vivo de nossa história, com uma voz que transmite a mesma temperatura emocional das divas do teatro. Eu me vi no palco como aquele personagem dificílimo, que não falava muito, mas que, ao cantar, transmitia a mesma dramaticidade dos grandes atores do meu passado. Fiquei nervoso. Estaria sendo muito ousado? Nos dias seguintes, comprei todos os hits de Cauby. Um a um! Devorava as músicas e decorava as suas letras cantando em cima de sua voz durante meses... Meu professor Victor Prochet foi o primeiro a me garantir que eu poderia fazer a personagem Cauby. Disse que eu precisaria apenas trabalhar a técnica. Entramos então no universo de vocalises dificílimos. Corria perigo ao construir uma personagem que ainda vivia e todos amavam. Cauby tinha uma voz única, que jamais poderia ser igualada ou imitada, mas sim recriada. Foram três anos de aprendizado, cantando em cima de sua voz nos CDs, tentando alcançar seus glissandos e seus agudos, tentando perder o medo. Qualquer um que me visitasse passava por um ritual: eu punha a pessoa sentada em uma cadeira confortável, de costas para mim. Colocava o CD de Cauby e soltava minha voz, entoando “Conceição eu me lembro muito bem...”. Ao terminar, pedia o veredicto do convidado. Um dia, minha cunhada interrompeu uma demonstração de “Bastidores”, de Chico Buarque, e me disse: “Está muito parecido, faz essa peça!”. Daí em diante, pude contar com a lucidez de Flávio Marinho, a quem devo muito por ter investido em minhas ideias e por ter escrito o musical Cauby! Cauby!.

 

Durante um ano, eu e meus colegas de elenco fomos felizes. Aos poucos, tudo o que Bibi Ferreira me ensinara em Gota d’água, em termos de técnica e música, foi transposto para o palco. O resultado foi uma temporada vitoriosa. Na estreia paulista, Cauby foi aplaudido de pé por uma plateia lotada. Ao fim do espetáculo, ele se aproximou, emocionado, me abraçou e disse baixinho no meu ouvido: “Obrigado”. Como se precisasse!

 

Cauby se foi. Lamento muito não ter sua voz na nova montagem que comemoraria dez anos de Cauby! Cauby! Seria hilário. Na primeira cena, eu estaria dormindo e o telefone tocaria. A voz de Cauby me convidaria a voltar com o espetáculo: “Vai, Diogo, faz novamente que eu vou adorar! E me faz um favor? Começa com ‘Conceição’?”.  Tudo se transformaria em cena e, logo após uma cortina dourada se baixar, uma voz diria: “Senhoras e senhores, com vocês, Cauby Peixoto!”. Eu viria em silêncio, vestido de Cauby, mas ainda como Diogo, e me transformaria no maior cantor do Brasil de todos os tempos cantando “Conceição”. Ao receber essa homenagem, Cauby talvez sorrisse. Tenho certeza de que ele ficará feliz em ser eternizado dessa forma. Mas, desta vez, do céu!

*Diogo Vilela é ator e protagonizou Cauby! Cauby! em 2006

 

 

 

 

 

22 de maio de 2016

 

 

A ultima apresentação no programa Altas Horas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

15 de maio de 2016

Com muita dor e pesar informamos aos amigos e fãs que nosso ídolo Cauby Peixoto acaba de falecer as 23:50 do dia 15 de maio . Foi em paz e nos deixa com eterna saudades. Pra sempre Cauby!

 

 

 

A ideia por detrás do site "Cauby Peixoto Para Sempre" foi a de divulgar a vida e obra desse extraordinario artista. A triste noticia de seu falecimento, que recebemos há pouco, nos machuca profundamente. Não esperávamos por isso. No entanto, o nosso website  continuará o seu trabalho de divulgar e preservar seu grande legado artistico. Nós não pararemos de atualizar esse trabalho; o sonho continua! Tudo faremos para melhorarmos nosso trabalho e que o mesmo possa divulgar mais ainda o legado maravilhoso desse que foi um dos maiores artistas, não apenas do Brasil, mas do mundo inteiro. Nesse triste momento, revivendo todos os momentos maravilhosos que sua música deixou em nossas almas, a única frase que me vem a mente é essa :

"Obrigado, Cauby!"

 

 

Continuaremos com nosso trabalho com amor e profunda saudade.

 

Ricardo Marques
webmaster

 

[email protected]

 

 

  "Seu nome brilhará eternamente!"

Ivo Meirelles

 

 

 

 

 

16/05/2016

 

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A morte de Cauby Peixoto no final da noite de domingo, 15, foi lamentada por famosos nas redes sociais. O cantor tinha 85 anos e estava internado no hospital Sancta Maggiore, no Itaim Bibi, em São Paulo. Ainda não se sabe a causa da morte.

Veja o que alguns famosos escreveram:

Patrícia Pillar: "Os brilhos, os blazers, o cavalheirismo, o rosto desenhado, a doçura, o camarim, o gin, a Conceição, A VOZ! Que inspiração arrebatadora, que artista! Cauby, obrigado por ter sido tanto nas minhas escolhas. Vou te ver e ouvir pra sempre, cada vez mais! Que noite triste"

Daniela Mercury - "Um beijo carinhoso e minha última homenagem ao querido Cauby Peixoto, que com sua voz inconfundível, linda, grave, doce e poderosa enfeitou nossa vida por tantas décadas. Se vai um querido amigo e vitorioso artista e galã de multidões. #caubypeixoto #saudade"

Maria Rita -  Arrasada com essa notícia… não ta facil não hein…

Junno Andrade - "Meu querido amigo e Professor.... Que Deus te receba com os braços abertos!!! Hoje a musica está em luto, mas o céu sorrirá com sua chegada!!! A voz mais linda e potente deste país! Paz".

Paula Lavigne - "Um triste boa noite!

Sônia Abrão - "Lá se vai um rei da nossa música, Cauby Peixoto. Eternamente fã!!! Ele estava internado no Hospital Santa Maggiore, aqui em São Paulo, onde morreu do coração - já muito fraco - cercado de amigos, que garantem que Cauby se foi em paz!"

Rafael Vanucci -  "Este artista me proporcionou um dos momentos mais incrível que vi de um artista em cima do palco ! Fui convidado para assistir um show dele uma certa vez em sp , como sempre achei um grande artista nao perdi a oportunidade , uma casa pequena pra 400 pessoas todos sentados , quando foi começar o show colocaram uma cadeira no palco acendeu as luzes e entrou ele sendo carregado por dois enfermeiros no braços que colocaram ele na cadeira , ele aparentava estar muito fraco e com problemas de saúde porem sem dizer uma palavra começou a cantar e levou o povo ao delírio , confesso que as primeiras musicas transparecia a sua fraqueza porem com o passar do tempo o incrível foi que a energia do artista e do povo foi tão grande que ele foi ficando forte e o show foi crescendo e por incrível que pareça na ultima musica do show ele se levantou sozinho e cantou a musica em pé para o delírio do publico e surpresa dos enfermeiros que entraram no palco tentando segura lo mais este grande artista não aceitou os cuidados dele , por isso sempre digo que o palco é sagrado !! Descanse em paz gênio Cauby Peixoto".

Ivo Meirelles - "Seu nome brilhará eternamente!".

 

 

 

 

 

 

20/11/2015

 

Cauby lança novo CD  !

 

 

Pouca gente sabe, mas embora seja sempre associado à Era do Rádio, da qual foi um dos grandes ícones, CAUBY PEIXOTO aderiu à bossa nova desde antes dela ser inventada com este nome, gravando “Foi a noite”, de Tom Jobim e Newton Mendonça, nos idos de 1956, considerada um dos marcos zero do movimento. Mais tarde, foi trazendo para seu repertório as grandes canções do gênero quando ainda estavam saindo da casca, como “Chora tua tristeza”, de Oscar Castro Neves e Luvercy Fiorini, em 1960; “O nosso olhar”, de Sérgio Ricardo, em 61, e “Samba do avião”, de Tom Jobim, em 62. Esta última, lançada por ele em primeira mão, é agora em 2015 um dos destaques do CD A BOSSA DE CAUBY PEIXOTO, que a Biscoito Fino lança, com produção do guerreiro Thiago Marques Luiz, produtor do cantor desde 2007, já somando oito trabalhos a seu lado desde então.

 

 

 
01. DINDI

Autoria: Tom Jobim / Aloysio de oliveira
Editora: Jobim Music

02. ESTE SEU OLHAR

Autoria: Tom Jobim
Editora: Fermata

03. ATÉ QUEM SABE

Autoria: João Donato / Lysias Enio
Editora: Warner

04. O AMOR EM PAZ

Autoria: Tom Jobim / Vinicius de Moraes
Editora: Jobim Music / Tonga (Universal MGB)

05. PRECISO APRENDER A SER SÓ

Autoria: Marcos valle / Paulo Sérgio Vale
Editora: Tapajos (Sony/Atv)

06. ILUSÃO À TOA

Autoria: Johnny Alf
Editora: Vitale

07. WAVE

Autoria: Tom Jobim
Editora: Jobim Music

08. RAZÃO DE VIVER

Autoria: Eumir Deodato / Paulo Sergio Valle
Editora: Tapajos (Sony/Atv) / "M" AO CUBO


 
09. SAMBA DO AVIÃO
Autoria: Tom Jobim
Editora: Jobim Music
 
10. EU E A BRISA
Autoria: Johnny Alf
Editora: Vitale

 

 

 

 

 

 

 

 

14/04/2015

 

Cauby Peixoto lança disco em homenagem a Nat King Cole

Cantor de 84 anos lançou mais de 10 discos nos últimos anos e agora homenageia um de seus maiores ídolos

 

por Gabriel de Sá
fonte : Correio Braziliense 

 

"Eu encontrei Nat King Cole e ele ficou meu fã. Eu já era um grande fã dele e gravei diversas músicas do repertório do Nat ao longo da carreira. Nossas vozes são parecidas" Cauby Peixoto, cantor Nat King Cole ficou curioso para conhecer o tal cantor brasileiro que estava fazendo sucesso com uma versão em português de uma das canções de seu repertório. Blue Gardenia foi o primeiro hit do jovem fluminense Cauby Peixoto, em 1954. De passagem pelos Estados Unidos, Cauby acabou se encontrando com o ídolo em uma boate em Nova York, onde não apenas conheceu King Cole, mas dividiu o palco com ele. As lembranças ficaram na memória do brasileiro e em uma fotografia, guardada com carinho ao longo das décadas.

Disse Cauby ao Correio, por telefone. A imagem daquela noite vem a público agora na capa do disco em que Cauby canta apenas sucessos de Nat King Cole. O sonho era antigo, mas foi adiado diversas vezes. Cauby sings Nat King Cole está disponível no iTunes e chega às lojas nos próximos dias. “A emoção é muito grande, por que, sem querer, eu cantei como ele. Acho que vai vender muito bem”, orgulha-se o intérprete.

“No fim do ano passado, a gente gravou em apenas dois dias as músicas pelas quais ele era mais apaixonado”, conta o produtor Thiago Marques Luiz, que trabalha em álbuns do artista pela oitava vez. No repertório, oito canções em inglês, entre elas Unforgettable, Mona Lisa e Nature boy. Cauby regravou Blue Gardenia, mas desta vez com a letra original. Ele deu vida ainda a Smile, de Charlie Chaplin, mas resolveu registrá-la na versão em português, reescrita por João de Barro, que virou Sorri.

Aos 84 anos, Cauby Peixoto mantém uma longevidade quase inédita na indústria fonográfica brasileira. “Lá fora, isso ocorre com nomes como Tony Bennett e Charles Aznavour, e aconteceu também com Frank Sinatra”, lembra o jornalista Rodrigo Faour, autor da biografia Bastidores – Cauby Peixoto, 50 anos da voz e do mito, lançada em 2001. Segundo ele, foram mais de 10 discos nos últimos anos, um feito inédito no país para um artista dessa idade. “Mesmo os que morreram mais velhos, como Silvio Caldas e Moreira da Silva, não tiveram uma produção desse porte.” 

Repertório

- Unforgettable
- When I fall in love
- Mona Lisa
- Too young
- An affair to remember
- Blue Gardenia 
- Love letters
- Nature boy
- Sorri
- Noche de ronda

 

 

 

 

 

 

 

01/02/2013

Cauby Peixoto em tempo de serestas
Cantor lança elegante CD gravado ao vivo em São Paulo

Em maio de 2012 Cauby Peixoto subiu ao palco do Teatro Fecap, em São Paulo, para apresentar o show Minha serenata. O espetáculo foi gravado, e ganha registro ao vivo em CD lançado em dezembro pela Lua Music.

Minha serenata é tão simples quanto elegante. A voz incrivelmente em forma e o carisma do cantor encontram delicados arranjos para clássicas serestas em um delicioso recital popular. Cauby é acompanhado por um quarteto formado por Ronado Rayol (violões, arranjos e direção musical), Iuri Salvagnini (piano e acordeon), Júnior Pita (violão de sete cordas) e Ubaldo Versoalto (flauta e clarinete). A ótima banda prepara a cena para a voz brilhar.

O repertório foi escolhido pelo próprio Cauby em dobradinha com o produtor Thiago Marques Luiz, parceria que vem dando bons frutos desde 2009. Nesse show passa por clássicos do gênero como Lábios que beijei (Leonel Azevedo - J.Cascata), As três lágrimas (Ary Barroso) e Chão de estrelas (Silvio Caldas - Orestes Barbosa). Em Por quem sonha Ana Maria (Juca Chaves) tem a participação de Gustavo Benedetti (flauta).

Cauby começa com Eterno rouxinol, parceria de Sueli Costa e Abel Silva escrita especialmente para o álbum Cauby! (1986). Também já gravada anteriormente por ele aparece A flor e o cais, de Wagner Tiso e Geraldo Carneiro. A surpresa fica por conta da inclusão de De volta pro aconchego, de Dominguinhos e Nando Cordel, que fez grande sucesso com Elba Ramalho.

Aos 81 anos Cauby mantém a nobreza de grande cantor, dando uma aula de interpretação. A elegância desse projeto faz justiça a uma carreira que atravessa seis décadas.

 

por Beto Feitosa
www2.uol.com.br/ziriguidum/

 


 

 

4/12/2012

Ângela e Cauby vão gravar terceiro disco juntos após o Carnaval de 2013 

 

 

Ângela e Cauby vão gravar terceiro disco juntos após o Carnaval de 2013 

Ângela Maria e Cauby Peixoto - em foto de Jardiel Carvalho - se preparam para gravar seu terceiro álbum em dupla após o Carnaval de 2013. O sucessor de Ângela & Cauby (EMI-Odeon, 1982) e Ângela & Cauby ao Vivo (BMG-Ariola, 1992) vai ser produzido por Thiago Marques Luiz e tem lançamento previsto para maio de 2013. Antes da gravação do disco, a ser editado pela Lua Music, Cauby lança em dezembro deste ano de 2012 o CD Minha Serenata, gravado ao vivo em maio em show no Teatro Fecap, em São Paulo (SP). Já Ângela lança em janeiro de 2013 o DVD documental Estrela da Canção Popular, sobre sua carreira, iniciada nos anos 40.

fonte : http://blognotasmusicais.blogspot.com.br/

 

 

20/08/2012

Cauby ao vivo : 60 anos de música
DVD 

 

 

O Brasil parece estar finalmente aprendendo a dar o devido respeito a seus ídolos. Cauby Peixoto, por exemplo, acaba de lançar  o DVD Cauby ao vivo – 60 anos de música, com o qual comemora data redonda da carreira. Se o cantor em si já é uma estrela de primeira grandeza, ainda que esteja cantando sentado, diante do avanço da idade – ele já tem 81 anos –, imagina em show de elenco de convidados também estelares.


A começar pela inseparável Angela Maria, a Sapoti, que canta contidamente com Cauby, nos extras, Gente humilde, de Garoto, Vinicius de Moraes e Chico Buarque. Em estilo oposto, também nos extras, uma exuberante Fafá de Belém, de vermelho, divide com o cantor a apropriada Bastidores, também de Chico. A participação feminina no show ainda conta com a bem-vinda Vânia Bastos, cuja impressionante afinação cai bem em Falando de amor, de Tom Jobim. 


 Por ordem de entrada em cena, o fã irá se deparar com Emílio Santiago em Meu sonho é você, do flautista Altamiro Carrilho; Agnaldo Rayol em Serenata do adeus, de Vinicius de Moraes; e Agnaldo Timóteo em A pérola e o rubi, versão de Haroldo Barbosa para o original de Jay Livingston e R. Evans; e Tarde fria, de Poly e Henrique Lobo.


“É emocionante ter crescido ouvindo Cauby e hoje estar aqui dividindo o palco com ele”, reconhece Emílio Santiago no making of, salientando o fato de o cantor ter sido o que mais teve coragem para inovar “abrindo o vocal e mandando ver”. “Quem é o grande cantor brasileiro?”, pergunta-se Vânia Bastos para responder a seguir: “É ele”. A cantora paulista, natural de Ourinhos, lembra que o viu pela primeira vez em um circo, quando ela tinha 5 anos.


Produzido por Thiago Marques Luiz, com direção musical de Ronaldo Rayol, que também assina arranjos e toca violão, o show de Cauby prova que, independentemente da presença de tantos ilustres convidados, ele continua brilhando. “Cauby nasceu para cantar. Parece que recebe uma luz quando canta”, espanta-se um dos músicos que o acompanha no DVD, gravado ao vivo no Teatro Fecap, de São Paulo. 


Agnaldo Timóteo revela que canta Cauby desde 1955, ainda em Belo Horizonte, nos famosos programas de Aldair Pinto, nas rádios Inconfidência, Mineira e Guarani. “E eu o persigo exatamente esse tempo todo”, diz o cantor mineiro. Já Agnaldo Rayol não esconde que comprava os discos de Cauby, “levava para casa, botava na vitrola e cantava com ele”.


Eternizado pela interpretação de Conceição, de Dunga e Jair Amorim, no DVD Cauby Peixoto se dá ao luxo de dividi-la com os dois Agnaldos, além de Emílio Santiago, ao fim do show. Antes, porém, recebe Timóteo e Rayol em Sangrando, de Gonzaguinha. Com a ajuda de Agnaldo Rayol, Cauby se levanta elegantemente do sofá para abrir ainda mais a voz ao lado dos amigos, à la três tenores. 


Cenário e figurino à altura das comemorações, Cauby ao vivo – 60 anos de música já nasce um clássico daqueles para ser apresentado às novas e futuras gerações. Cauby Peixoto, sem dúvida, cravou um estilo de canto já extinto na música popular brasileira. “Cauby parece ser sempre um começo. Ele parece jovem para sempre”, conclui, pensativo, Agnaldo Rayol. Puro êxtase. 

Ailton Magioli - EM Cultura- uai.com.br

 

 

 

 

18/01/2012

Cauby ecebendo a medalha de Cavaleiro da Ordem do Ipiranga.

 

 

Em noite de homenagens, governador de São Paulo e secretário de Relações Institucionais reconhecem o mérito de nove personalidades.

Na noite desta segunda-feira (22), o governador José Serra e o secretário de Relações Institucionais José Henrique Reis Lobo fizeram a entrega da Ordem do Ipiranga, a mais elevada honraria do Estado de São Paulo, e tem por objetivo distinguir os cidadãos brasileiros e estrangeiros por seus méritos e serviços de relevância prestados ao Estado de São Paulo e ao seu povo. A cantora Inezita Barroso e o maestro Isaac Karabitchevsky receberam o título de Grande Oficial; a atriz Beatriz Segall, o Grau Comendador; o artista plástico Emanoel Araújo, o de Oficial; e o cineasta Anselmo Duarte, a atriz Fernanda Montenegro, a escritora Lygia Fagundes Telles, o cantor Cauby Peixoto e o escultor, pintor e fotógrafo Franz Krajcberg receberam o título Cavaleiro.

A homenagem foi feita a pedido do governador José Serra, "São pessoas que deram uma contribuição muito significativa para a vida brasileira, para o lazer, para o desenvolvimento intelectual e também pela sua simplicidade e seu compromisso com as raízes de nosso país", disse o governador durante o evento. O secretário José Henrique Reis Lobo, abriu os discursos expressando agradecimento e emoção pela honra que o governador lhe destinou, tanto de poder "saudar os homenageados", quanto de fazer parte de um governo que reconhece os valores culturais do país.

A Ordem do Ipiranga é uma forma de premiar as pessoas que de alguma forma se sobressaiam em seus campos de atuação, explica o presidente do Conselho Estadual de Honraria e Mérito, Adilson Cezar. "A Ordem do Ipiranga é destinada a alguém que tenha um destaque específico numa área e que, evidentemente

 

 

 

20/12/2011

 

 

A Associação Paulista de Críticos de Arte anunciou na noite de ontem os vencedores de sua votação de melhores do ano. São premiadas as categorias Arquitetura, Artes Visuais, Cinema, Dança, Literatura, Música Popular, Música Erudita, Rádio, Teatro, Teatro Infantil e Televisão.

Entre os destaques da premiação, "Bróder", de Jefferson De, foi escolhido melhor filme do ano e Selton Mello venceu como melhor diretor por "O Palhaço".

Na categoria música popular, Cauby Peixoto ganhou o prêmio da crítica pelo conjunto da obra, Erasmo Carlos saiu como melhor compositor e o rapper Criolo venceu como revelação do ano.

 

 

 

 

 

 

 

14/11/2011

 

Aos 80 anos de vida, Cauby Peixoto comemora 60 anos de carreira lançando novo DVD e um Box, intitulado "Cauby, o Mito" com 3 CD's, sendo: CD 1, "Caubeatles" Cauby escolhe o lado romântico dos Beatles e interpreta canções como: Hey Jude, Help, Let It Be e And I Love Her. CD 2, "A Voz do Violão", um encontro da voz do professor com o violonista Ronaldo Rayol, no repertório as canções: As Vitrines, Guerreiro Menino e Eu Sonhei que Tu Estavas Tão Linda. CD 3, "Cauby ao Vivo com seus Amigos", um registro do show captado nos dias 9 e 10 de abril/2011 no Teatro Fecap (SP), registro que também será lançado em DVD com convidados como Ângela Maria, Fafá de Belém, Agnaldo Rayol, Emílio Santiago, Agnaldo Timoteo e Vânia Bastos.

 

CD1

 

CD2



CD3

 

 

 

 

 

 

 

09/10/2011

 

 

 

08/10/2011

 



Noite animada no Águia de Ouro

 

Cauby Peixoto e Angela Maria recebem homenagem do Águia de Ouro
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22/09/2011

 

The Latin Recording Academy vai prestar uma justa homenagem ao cantor Cauby Peixoto durante a Expo Show Business 2011. Neste ano, o intérprete de clássicos como ConceiçãoBastidores e tantos outros sucessos, está completando 80 anos de vida e 60 anos de carreira.


A cerimônia será realizada no dia 27, às 21 horas, no Teatro Paulo Goulart - Espaços Banespa.


Na ocasião, o presidente do Conselho Curador da Academia, o maestro espanhol Luis Cobos, entregará ao artista o prêmio Latin Recording Academy's President Merit Award para celebrar sua brilhante trajetória artistica.

 

O evento terá como mestre de cerimônias a cantora Elba Ramalho,

duas vezes ganhadora do Latin GRAMMY.


Teatro Paulo Goulart - Espaços Banespa

Avenida Santo Amaro, 5535 – Entrada Principal

Rua São Sebastião, 276 – Estacionamento

Brooklin – São Paulo

 

 

 

 

01/04/2011

 

 

20/02/2011

 

 

05/02/2011

 

 

 

 

09/01/2011

 

 

 

15/11/2010

 

 

 

03/11/2010

 

 

14/08/2010

 

Cauby Peixoto leva prêmio por álbum com canções de Roberto e Erasmo

ícone da MPB recebeu o troféu de melhor cantor na noite desta quarta-feira, 11, durante uma premiação de música no Rio.

 

 

Premiado na noite desta quarta-feira, 11, como o melhor cantor, Cauby Peixoto, um dos nomes de destaque que marcaram presença na 21ª edição do Prêmio de Música Brasileira, no Rio, falou sobre a emoção de ainda ser reconhecido após seis décadas de muito trabalho.

“Tenho 60 anos de carreira e esse premio é de muita importância. Agradeço ao povo brasileiro que sempre comprou meus discos.”

 

 

 

 

Cauby Peixoto concorre a prêmio de música e ensina: ‘É bom continuar’

Em entrevista ao EGO, cantor diz que sente saudades das loucuras das fãs: ‘Hoje elas cresceram’.

 

Deco         
Rodrigues /EGO

Cauby Peixoto

Comemorando 62 anos de carreira, Cauby Peixoto resiste firme e forte com seus shows semanais no Bar Brahma, em São Paulo. Todas as segundas, ele sai de seu camarim improvisado em um anexo do bar, e caminha cantando em direção ao palco.

 

Mesmo amparado por seguranças e com plateia lotada, aos gritos, Cauby sente saudades das loucuras das fãs de antigamente. “Minhas fãs viviam atrás de mim. E hoje elas cresceram, casaram, viraram noivas e tal...”, diz o cantor, olhar fixo no passado.

No próximo dia 11 de agosto, Cauby concorre ao prêmio de melhor cantor na categoria Canção Popular, no Prêmio de Música Brasileira 2010 (pelo show “Cauby interpreta Roberto”, realizado em maio deste ano), e diz que a música ainda o emociona. “Não é bom parar. É bom continuar”.



Após tantos anos de carreira, ainda se emociona cantando?
Ainda me emociono. A música pra mim não é só a letra. É a melodia, a harmonia, o ritmo, que me emocionam, mexem comigo.

E qual a música que mais mexe com o senhor?

(cantando) “Conceição, eu me lembro muito bem...”

O que falta nos intérpretes de hoje?

Falta emoção, dramaticidade e interpretação. Cantor que não interpreta é um cantor frio.

Os cantores de hoje são frios?

A grande maioria. São comerciais, não cantam com o coração. Porque tem pessoas que não têm sentido musical, não conhecem música como nós. Tem pessoas assim, quadradas

 

Deco         
Rodrigues /EGO

 

"Brasileiros são muito saudosos..."

 

 

O senhor tem alguma nostalgia em relação ao passado?
Tenho muita, demais. Muita saudade. Nós, brasileiros, somos muito saudosos. Nunca esquecemos o que aconteceu lá no início da carreira, estamos sempre lembrando.

Do que mais sente falta?

Eu sinto falta das fãs. Das MINHAS fãs, veja bem. Porque as minhas fãs viviam atrás de mim. E hoje elas cresceram, casaram, viraram noivas e tal...

 

Mas estão aí, prestigiando o senhor, não é? A casa vive cheia, o senhor precisa de três seguranças para passar. 

 

Deco         
Rodrigues /EGO

Público ainda lota o show toda semana

Estão, é? É... É muito bom.

Existe ainda alguém com quem o senhor queira cantar?
Não. Já cantei com os melhores.

Pensa em algum artista que seria seu sucessor?

Eu tenho uma sobrinha, Adriana, filha do meu irmão pistonista, Araquém. Ela canta muito bem. Seria uma sucessora.

Tem alguma coisa ainda que o senhor deseja fazer na sua carreira?
Eu estou muito bem, minha voz está boa. Então eu gostaria de gravar músicas como eu fazia na grande época, quando tinha 40 anos carreira. Eu não faço músicas. Mas não aparece mais aquele compositor do nível do Chico Buarque. O meu maior sucesso foi do Chico, ‘Bastidores’. Não é bom parar. É bom continua

 

 

 

 

               Veja também :

 


17/06/2010 - Cauby mostra majestade em "Cauby in Concert"

 

 




 

15/06/2010 - Veja as fotos do Show "Cauby in Concert".

 

3/5/2010 - Cauby Peixoto cantou os grandes sucessos de Frank Sinatra no Teatro Fecap nos dias 1 e 2 de maio , na Liberdade, em São Paulo. O show dará origem a CD e DVD.